«Luna llégate hasta su ventana
y preguntale si aun me ama
y si sí, dile que qué hace allá y yo aqui
sola em mi casa. Quiero que estes aqui»
(Karina, 1993)
Interessante como em "momentos de fraqueza" nossas necessidades sentimentais deturpam palavras e preenchen vazios.
Sabia que havia (uma luna ou) um vento que ia até sua ventana levar uma manifestaç?o sentimental, achava que seria um beijo! Memso assim, eis a homenagem a uma peça fundamental da minha cultura musical. Ou devo antes dizer do meu sentimentalismo (nunca barato, porque é o que temos de mais precioso) que é uma peça fundamental do meu eu(s).